domingo, 29 de junho de 2008

Meu sonho de amanhã rima com a história

Conflitos e perguntas. Como mudam de uma hora para outra...
Ora me perturbam, ora nos perturbam...
Ora, senhora, horas como a de agora não são as mesmas de outrora.
Se antes dúvidas endividadas, agora certezas acesas.
A rima de humor com amor não se dá apenas no sentido fonético da combinação.
De repente, descobre-se que o toque das teclas se troca e começa a tocar um teco diferente.

As palavras são as mesmas desde o beabá. Mas, de repente, a pronúncia ganha forma e o sorriso vira música. Música aos ouvidos a gente já sabe como é. A descoberta é a música aos olhos e ao coração. Até parece que ele, não contente com o ritmo de estilo clássico, procura fazer uma batida diferente. É assim que acontece, é consequente. Uma melodia como uma batida de coração. Sabe-se que há uma coleção, falando de músicas com o coração explicitamente imposto, mas quantos corações se conhece com uma musicalidade colocada de maneira tão mais escancarada, que os olhos, mudos, falam, vibram e dançam?
Ah, é difícil perceber seu som abafado e discreto diante de tantos graves e agudos e timbres tão distintos, mas quem toca o bumbo, sente seu compasso.

Esses dias eu estava dizendo que rosa não é nome de cor, rosa é codinome de flor.Parei e pensei. Risquei e rabisquei, de rosa. Menos uma pergunta sem dor, mas qual seria então o nome dessa cor?
Ih, rimou. Humor e amor, né?
Ao invés de flor ser cor de rosa, por que não rosa ser cor de flor?
Ai essas perguntas sem respostas expostas
e essas rimas sem sentido sentido...

Um comentário:

Fernandinha disse...

Adorei! Adorei!
Quem sabe não tenho um amigo Anitelli, ein?!?!!?!? rs
Vou passar sempre aqui. Adoro ler as coisas que você escreve deeeesde as épocas flogais!!! digo, de fotolog.

UM beijão no coração da sua amiga de sempre que muito te ama!